Doenças sexualmente transmissíveis

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Doenças sexualmente transmissíveis

 

As DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) conhecidas também como ISTs (infecções sexualmente transmissíveis) são doenças causadas principalmente por vírus e bactérias, mas algumas dessas complicações estão ligadas a outros tipos de micróbios e geralmente se manifestam por meio de feridas, bolhas, corrimentos ou verrugas.

É importante lembrar que todas as DSTs têm tratamento e a maioria delas tem cura! No texto de hoje, vamos conhecer mais sobre as DSTs: quais são elas, quais são seus sintomas, como se prevenir delas e formas de trata-las.

Transmissão de DSTs: Como se prevenir?

As DSTs, como o próprio nome diz, são transmitidas principalmente por meio de relações sexuais (oral, vaginal e anal) sem preservativo.

Porém, é fundamental entender que esse tipo de doenças pode ser passadas de outras formas… São mais raras de acontecer, mas vale a pena tomar alguns cuidados, como no ato de masturbar o parceiro (caso ele(a) esteja infectado, obviamente) seguido dos toques na sua própria genitália, efetuando assim a troca de secreção entre o casal.

No próprio beijo, caso o parceiro tenha herpes não cicatrizada na boca, por exemplo, a transmissão da doença pode ocorrer, principalmente em situações de resistência baixa.

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Além disso, a infecção pode ocorrer pela transfusão de sangue contaminado ou pelo uso compartilhado de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis como heroína.

Casos de doenças como sífilis e aids em mulheres grávidas podem contaminar o bebê também durante o parto e até ao longo da gravidez, principalmente se as mães não realizaram os tratamentos adequados. Inclusive, no caso da aids, até na amamentação esse risco existe.

Outra situação que divide a opinião dos médicos, é no uso compartilhado de objetos pessoais como escova de dentes, sabonetes, toalhas e até vasos sanitários. Se a doença, como o HPV, estiver com um nível de infecção mais avançado, algumas secreções podem permanecer nesses objetos e contaminar outra pessoa.

Gonorreia.

Provocada pela bactéria Neisseria gonorrheae, essa doença causa ardor ao urinar e secreção amarela com odor desagradável.

Alguns exames podem dar o diagnóstico, o tratamento é a base de antibióticos. Se não tratada, pode trazer complicações como infertilidade e doenças inflamatórias pélvica.

Herpes genital.

Essa doença provoca manchas, lesões e pequenas bolhas nas mucosas genitais, podendo causar ardência e queimação.

Inclusive, pode ser passado no beijo, caso o sistema imunológico esteja sensível e a ferida não esteja cicatrizada. Não existe vacina para esse tipo de problema, mas tem tratamento. Para saber a cura da herpes genital visite nosso artigo.

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Outras DSTs que merecem atenção.

As doenças citadas acima são as mais conhecidas. Porém, existem outras como a tricomoníase, cancro mole, candidíase, clamídia, doença inflamatória pélvica, donovanose, hepatites virais, HTLV etc.

Previna-se na hora do sexo e tenha prazer sem preocupações.

A frase ‘‘é melhor prevenir do que remediar’’ faz total sentido nesse tipo de caso. É extremamente importante usar preservativo nas relações, independente da sua quantidade de parceiros(as).

Por isso, as DSTs são classificadas como:

  • Obrigatoriamente de transmissão sexual;
  • Frequentemente transmitida por contato sexual;
  • Eventualmente transmitida por contato sexual;

Lembrando que o intuito desse texto não é causar pânico ou insegurança na sua rotina, mas sim propor o livre debate sobre esse assunto sério e disseminar informações úteis para os cuidados pessoas de cada indivíduo.

Lembre-se, todas essas doenças podem ser evitadas com cuidados básicos e o uso de preservativo, a camisinha é o método mais indicado para evitar esse tipo de problema, utilize-a mesmo nas preliminares.

Entenda mais sobre as DSTs.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), ocorrem 340 milhões de casos de DSTs por ano no mundo. Muitas pessoas se quer sabem que podem ter alguma dessas doenças, já que muitas delas são silenciosas e podem não demonstrar sintomas típicos. Logo, consultas regulares ao ginecologista e/ou urologista são fundamentais para a manutenção da saúde e ter um diagnóstico o quanto antes, auxiliando assim nos resultados de um futuro tratamento.

 

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